quarta-feira, 13 de janeiro de 2016

Fofoca





Infelizmente a fofoca é uma realidade que está impregnada em todos os meandros da vida social: nas reuniões familiares, nas festas, nos encontros de amigos num barzinho, nos corredores das escolas e faculdades, no ambiente profissional etc.


Está tão impregnada que já se perdeu a noção da sua maldade. E, como é bom lembrar, a fofoca, mesmo que seja leviana, dita sem grandes pretensões, provoca um grande mal.


A difamação assemelha-se ao roubo. Assim como há roubo material, há roubo imaterial: roubar a boa fama de alguém.


A maldade em tirar a boa fama de alguém também fica evidente numa penitência inusitada que deu uma vez São Felipe Neri a uma pessoa. Numa ocasião, uma senhora foi se confessar com São Felipe Neri acusando-se de ter difamado gravemente uma pessoa. Como penitência, ele lhe disse que fosse até a suacasa e pegasse umas penas de galinha e no caminho de volta para a igreja fosse jogando as penas no chão. Uma vez de volta à igreja, a senhora foi falar novamente com o santo. São Felipe, depois de elogiar a sua obediência, disse-lhe:


– Agora volte pelo mesmo caminho e recolha todas as penas e traga-me aqui.

– Mas, padre, o que é que o senhor está dizendo? O vento já levou todas!

– Exatamente. A senhora jamais poderá reuni-las novamente, como jamais poderá reunir nem retirar as palavras infamantes contra o próximo. Já passaram de boca em boca e daqui a pouco todos estarão pensando mal desta pessoa, sendo que talvez nem seja culpada do que fez.


Façamos o propósito de não falar mal por trás de ninguém. A reação cristã é rezar e falar para ajudar, porque queremos o bem de todos. E que muitas vezes vivamos o que dizia um santo: “Se não é para louvares, cala-te”!

Para todos que dizem, que tudo é macumba



É pelo fato de nunca estarmos contentes que sempre buscamos mais.Mais conforto, mais luxo, mais comida, mais roupas, mais sexo, mais tecnologia, mais prazer, mais entretenimento, mais tudo. Isso nos leva aos excessos, isso nos afunda nas paixões.
Nada na vida dá certo,as pessoas reclamam que não são felizes,que não consegue emprego,que tem problema de saúde, que seu conjugue não o ama,que os "caminhos estão fechados" por culpa dos "encostos". 
Poderosos "encostos" , "demandas" não? Por que a culpa é sempre dos outros e nunca nossa?

De certo,temos o clássico "caminhos fechados" ,seja por Macumba,pelo olho gordo,pelo mal olhado,pela mandinga, etc.. Se realmente os "caminhos estão fechados",é porque a pessoa esta fechada para a renovação,para o crescimento,para a transformação .Ela quer coisas novas fazendo tudo velho.Ela quer crescimento ,mas não quer crescer.Deseja progresso ,mas não quer se transformar ,pretende escolher beneficios mas não quer saber de sacrifícios.

E Deus não vai colocar a mão nesse problema até a pessoa se dar conta que ela precisa mudar.

O problema é igual para todos,o jeito de passar por ele é diferente. 
Nós esquecemos do nosso livre e arbítrio. Esquecemos que somos imperfeitos.
Esquecemos que erramos. Esquecemos que estamos vivos para aprender, para evoluirmos espiritualmente. 

O sofrimento, por esse modo, faz parte da vida, podendo ser físico ou moral, no corpo físico ou fora dele, portanto, fazemos parte da vida, que é única, não obstante composta por várias existências. Com reflexão e, sobretudo, com a utilização da alavanca de crescimento pelo progresso, que chamo de sofrimento ou de dor,que mais pra frente se tornará um deveras facilitador.
Os "caminhos fechados" de hoje tem efeito que veio do passado ao mesmo tempo. Expressa a lei segundo a qual toda causa gera um efeito equivalente em sentido contrário, abrangendo o próprio destino do homem. "Toda falta cometida, todo mal realizado é uma dívida contraída que deverá ser paga". 
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Se a pessoa prejudicou os seus semelhantes e, particularmente, os seus familiares, aos quais tem a responsabilidade de ajudar, ou se lesou, de alguma forma, a Natureza que a acolhe dadivosamente, deverá receber como retribuição, algumas vezes na própria vida ou, certamente, na vida futura, o sofrimento que lhe corresponde como forma de ressarcir a referida falta, à qual está ligada pelos vínculos da Lei de Causa e Efeito.
Então,a questão da Macumba,olho gordo,mal olhado,mandinga só é acrescida nesta vida; um acumulativo que vem somar a Lei de Causa e Efeito,porque continuamos errando na nossa moral.
Para que possamos nos "desamarrar", precisamos conhecer as pressões lei de evolução, a lei do esforço, a lei da solidariedade, a lei do progresso.
Para que tenhamos sempre "caminhos abertos" , precisaremos combater o mau-humor sistemático - vício de comportamento emocional que gera a irritabilidade que desencadeia inúmeros males no indivíduo, em particular, e no grupo social onde o mesmo se movimenta, em geral. 

E observarmos com maior atenção a sementinha que jogamos pelo caminho, pois lá na frente, no futuro será a nossa colheita,

Conselho de Preto Velho







Seguir os conselhos dos Pretos Velhos é de extrema sabedoria, pois são entidades que tiveram pela sua idade avançada, o poder e o segredo da sabedoria, apesar da rudeza do cativeiro demonstram fé para suportar as amarguras da vida, consequentemente são espíritos guias de elevada sabedoria, trazendo esperança e quietude aos anseios da consulência que os procuram para amenizar suas dores, ligados a vibração de Omolu, são mandingueiros poderosos, com seu olhar prescrutador sentado em seu banquinho, fumando seu cachimbo, benzendo com seu ramo de arruda, rezando com seu terço e aspergindo sua água fluidificada, demandam contra o baixo astral e suas baforadas são para limpeza e harmonização das vibrações de seus médiuns e de consulentes.





Não se mate!





Essa é a mais pura verdade! Pessoas se matam para fugir de uma situação difícil, só que quando chegam do outro lado da vida percebem que a morte não existe e você parte do mesmo jeito que é, com os mesmos defeitos, qualidades e problemas. A frustração é muito maior!!!!

quarta-feira, 11 de novembro de 2015

Texto retirado da Apresentação do Livro Reflexos de um Passado - Da Obsessão




História ditada pelo amigo e mentor espiritual Cabloco Sete Montanhas.

Origem de grande parte das doenças mentais, seja por invigilância do obsidiado, seja por deliberada vingança, a obsessão é tão antiga quanto à humanidade e poderia ser considerada o mal do século. sendo de origem espiritual ela é resistente a qualquer tratamento que tenha atuação restrita à matéria.

Inicialmente é necessário reconhecer que é o obsidiado a peça fundamental no processo de cura. Tudo depende dele, porque para alcançar a cura é necessária a modificação de hábitos, atitudes, pensamentos e sentimentos que, se não forem educados, criam o ambiente propício para a instauração e a perpetuação do processo obsessivo.

Em o Evangelho Segundo o Espiritismo, Capítulo XXVIII, em nota explicativa acerca das preces pelos obsidiados, encontramos a instrução de que "(...) da mesma forma que as doenças são o resultado das imperfeições físicas que tornam o corpo resultado de uma imperfeição moral que o expõe a um mau espírito. A uma causa física  se opõe uma força física: a uma causa moral, é preciso opor uma força moral. Para preservar as doenças, fortifica-se o corpo; para se garantir da obsessão, é preciso fortalecer a alma; daí, para o obsidiado, a necessidade de trabalhar pela sua própria melhoria, o que basta, o mais frequentemente, para livrá-lo do obsessor sem o socorro de pessoas estranhas. Esse socorro torna-se necessário quando a obsessão degenera em subjugação e em possessão, porque, então, o paciente perde, por vezes,  a vontade e o seu livre-árbítrio. (...)".

O tratamento da obsessão requer muita paciência e amor, pois estamos lidando com dois ou mais enfermos: o encarnado e o(s) desencarnado(s), que por vezes têm razões  mais do que justas para tentarem "fazer justiça com as próprias mãos".

O processo obsessivo só existe pela ausência de amor de ambas as partes; enquanto um deles não for tocado pelo perdão, sempre haverá a força do ódio a uni-los em dolorosa caminhada reencarnatória.

sábado, 31 de outubro de 2015

Animais no plano espiritual







Para aqueles que amam seus animais de estimação, um dos momentos mais difíceis é quando estes desencarnam (morte do corpo físico). Esta tristeza pode durar dias, meses, anos ou, até mesmo, nunca passar, o que não é bom para ambos os lados: homem e animal.
Claro que a saudade permanece! Temos saudade daqueles que nos fizeram bem. Desta forma, existem carinhos do plano espiritual. Podendo um animal reencarnar em um novo filhote, vindo a ter contato com a mesma família. Porém, não se deve esperar que isto aconteça, pois apenas o plano espiritual sabe sobre os caminhos que aquele animal deve passar rumo à sua evolução.


Existe uma história muito interessante de Chico Xavier com uma cachorrinha chamada Boneca. Veja o vídeo abaixo e/ou clique para ler: Chico e Boneca - Adelino da Silveira








Quando os animais desencarnam, aqueles donos que cuidaram da melhor maneira daqueles, devem ficar tranquilos e certos de que o plano espiritual se encarregará da melhor forma. Jamais os animais, nem mesmo os menores, estarão desamparados. 

Sentir saudades daquele que foi nosso compaheiro fiel... é natural, entristecer-se... é natural, chorar... é natural; pensar no quão importante e bom foi tê-lo ao nosso lado, enquanto isto foi possível, e saber que a vida continua, o laço afetivo permanece, o amor se eterniza... é espiritual e sábio. É muito mais do que a aceitação, é a confirmação do amor que une todos os seres vivos e permanece vivo dentro de cada um.


Eu sei que existem controvérsias com relação ao animal ter ou não ter alma,segundo os espíritos disseram a Kardec, quando o animal morre, espíritos especializados recolhem esse princípio espiritual, que entra em letargia e é encaminhado para uma nova encarnação quase imediatamente.


Este princípio inteligente, que ainda não é um espíritos, passará milênios incontáveis nesta condição, até chegar ao reino hominal, mas em mundos primitivos, onde o homem pouco se diferencia de um animal. Continua progredindo lentamente até adquirir consciência de si mesmo e desenvolver o livre arbítrio. Os homens progridem por sua vontade, mas os animais pela força das coisas ou do ambiente. Se eles permanecessem sempre animais seria uma injustiça, pois eles sofrem, são abatidos para a alimentação do homem, usados como cobaias e desenvolvem doenças como o câncer, por exemplo.


Mas eles não tem Carma, pois não tem livre arbítrio. Mas compreenda, caro amigo, que Carma é uma palavra das doutrinas indianas e não existe no espiritismo (preferimos ação e Reação ou causa e efeito). Os animais não são responsáveis pelos seus atos. Alguns são mais inteligentes pelos cuidados recebidos, ou talvez, porque progrediram um pouco mais do que os seus irmãos da mesma espécie. Respeitar e proteger os animais é um dever cristão.

Conforme nos conta Ernesto Bozzano, um homem experimenta a solidão mesmo junto de outras pessoas – não há tristeza maior que a desses solitários –, mas quem desfruta a companhia de um animal de estimação jamais se sentirá só. Um cão alegra e diverte as crianças e se torna o esteio moral de idosos esquecidos pelos seus. Não é menos fascinante a companhia de um gato. Esses felinos são capazes de exprimir sentimentos e emoções – afeto, alegria, fome, sede, irritação, medo – de modo a sempre se fazerem compreender. Uma coincidência muito interessante é que nos gatos e nos seres humanos a parte do cérebro responsável pelas emoções é a mesma. No reino animal o quociente de inteligência do gato só é superado pelo de alguns símios, como os chimpanzés. Aliás, a estrutura cerebral do gato é mais semelhante à do homem do que a deste com a dos cães.


Embora não sejam dotados da capacidade de raciocinar – expressam apenas sentimentos e emoções – alguns animais são capazes de demonstrar afeto e fidelidade de uma forma tão sincera e permanente que enternecem alguns dos corações mais empedernidos. Certos cães protagonizaram, em todas as épocas, episódios inesquecíveis de heroísmo e dedicação a seus donos. A literatura registra – desde Esopo, na Grécia Antiga, a Ernesto Bozzano, nos tempos modernos – incontáveis casos em que animais desempenham papéis notáveis, muitas vezes de um modo misterioso e inexplicável.




Quem eram as bruxas?




Eram pessoas acusadas de fazer feitiços e usar poderes sobrenaturais, supostamente obtidos em rituais satânicos e pactos com demônios. Ao contrário do que muita gente imagina, a maior parte dos casos de perseguições contra bruxas, queimadas em fogueiras coletivas, não aconteceu na Idade Média, mas no início do período moderno, do final do século 14 ao começo do século 18. Existe muito exagero sobre o assunto, que só começou a ser pesquisado na década de 1970. "Idéias falsas sobre as bruxas persistem até hoje. Jamais existiu qualquer culto de bruxas, envolvendo deusas, demônios ou deuses ancestrais, e as pessoas suspeitas de serem bruxas nunca tiveram conexão com religiões pagãs antigas", afirma o historiador Jeffrey Burton Russell, da Universidade da Califórnia, nos Estados Unidos. Muitas dessas histórias foram alimentadas por escritores românticos do século 19, que criaram mitologias sobre essas figuras - a mulher que entra pelo telhado para chupar o sangue de crianças, bebe e gargalha voando de vassoura... Mas, então, quem eram as pessoas que iam parar na fogueira? Geralmente, eram os chamados hereges, gente que não seguia o catolicismo pregado pela Igreja. Em povoados mais supersticiosos, a coisa era mais complicada: na França do século 15, há registros de epidemias que geraram uma espécie de histeria coletiva - o povo culpava as bruxas pelas doenças. Aí, bastava a mulher ser esquisitona para ser considerada bruxa, perseguida e levada à fogueira. Um caso de preconceito explícito - e numeroso. Calcula-se que entre 40 mil e 50 mil pessoas foram executadas acusadas de bruxaria.
Dança da vassouraPerseguição aos acusados de bruxaria durou mais de 300 anos
1428
Na cidade de Valais, na Suíça, acontece o primeiro julgamento coletivo de pessoas acusadas como bruxas. Não se conhecem detalhes dos processos ou da quantidade de acusados e condenados, pois os registros foram na maior parte destruídos
1692
Na cidade de Salem, nos EUA, 150 pessoas são presas sob acusação de bruxaria, depois que algumas meninas alegaram ter sido enfeitiçadas. Um tribunal especial é estabelecido para julgar o caso. Dezenove pessoas são condenadas à morte e enforcadas
1793
Embora a data e o local sejam bastante controversos, a última execução por ordem judicial de suspeitas de serem bruxas na Europa parece ter acontecido na Polônia - duas mulheres foram queimadas na fogueira
1586
Publicação do livro O Martelo das Bruxas, escrito por dois frades dominicanos. Por possuir valor legal e religioso (o livro era aceito por católicos e protestantes), a obra serviu nos dois séculos seguintes como manual para identificar e eliminar bruxas